Exposição: Nelson Leiner: O Anjo Exterminador
O Anjo Exterminador, de Nelson Leirner
A Pinacoteca de São Paulo traz Exposição ‘O anjo exterminador’, do
artista paulistano Nelson Leirner. Ela está exposta no Octógono, que fica no
primeiro andar do museu. Feita em 1984, a peça foi remontada em 2014 e reúne
centenas de estatuetas e bibelôs alinhados em dois grupos posicionados frente a
frente e separados por uma ponte. O título do trabalho faz referência ao filme
homônimo do espanhol Luis Buñuel.
“A ideia de uma sociedade que não
deixa romper os próprios limites ou que reproduz distinções entre grupos de
indivíduos é comum ao filme de Buñuel e à obra do artista brasileiro. O trabalho
de Leirner é também um de seus primeiros a lançar mão desse procedimento de
acúmulo e distribuição de pequenas esculturas em uma cena que lembra uma
procissão”, explica o curador José Augusto Ribeiro.
Essa exposição soma-se a outras 12 peças do artista que já pertencem ao
acervo do museu, a maioria datada da década de 1960. Essa instalação permite à
Pinacoteca ampliar a representação da obra de Leirner em sua coleção.
Nelson Leirner – por José Augusto
Ribeiro, curador da Pinacoteca
A produção de Nelson Leirner envolve a paródia do sistema de arte e a apropriação de imagens e objetos corriqueiros, desde meados da década de 1960. Materiais da cultura de massa e itens decorativos, como quadros, estatuetas e selos adesivos, aparecem na obra do artista para questionar e rir de hierarquizações de “bom” e “mau” gosto, de “alto” e “baixo” registro. Muitas vezes com alusões a obras, escolas e estilos canonizados pela História da Arte, de Michelangelo a Fontana, do barroco ao Young British Artists, de Duchamp e do neoplasticismo a Beuys e à arte conceitual. Tudo isso misturado a um repertório em que cabem ainda anúncios publicitários, a figura do Mickey Mouse, o distintivo do time do Corinthians, etc.
A produção de Nelson Leirner envolve a paródia do sistema de arte e a apropriação de imagens e objetos corriqueiros, desde meados da década de 1960. Materiais da cultura de massa e itens decorativos, como quadros, estatuetas e selos adesivos, aparecem na obra do artista para questionar e rir de hierarquizações de “bom” e “mau” gosto, de “alto” e “baixo” registro. Muitas vezes com alusões a obras, escolas e estilos canonizados pela História da Arte, de Michelangelo a Fontana, do barroco ao Young British Artists, de Duchamp e do neoplasticismo a Beuys e à arte conceitual. Tudo isso misturado a um repertório em que cabem ainda anúncios publicitários, a figura do Mickey Mouse, o distintivo do time do Corinthians, etc.
A mostra permanece em cartaz até 31 de julho no 1º andar da Pinacoteca –
Praça da Luz, 2. A visitação é aberta de quarta a segunda-feira, das 10h00 às
17h30 – com permanência até às 18h00 – e o ingresso custa R$ 6 (inteira) e R$ 3
(meia). Crianças com menos de 10 e adultos com mais de 60 anos não pagam. Aos
sábados a entrada é gratuita para todos os visitantes.
Acesso: 17/05/2017
Viva a
Arte..........................................by Lugouv.

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