16ª Bienal Internacional de Curitiba
16ª Bienal Internacional de Curitiba: Arte nos limites do humano, do digital e da imaginação
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| Divulgação |
Entre os principais eventos de
arte contemporânea da América Latina, a 16ª Bienal Internacional de Curitiba
convida o público a refletir sobre as transformações do mundo atual por meio do
tema “LIMIARES”. Com sede principal no Museu Oscar Niemeyer (MON) e
programação espalhada por diversos espaços culturais da capital paranaense, a
mostra reúne mais de 300 artistas de 38 países, propondo experiências que atravessam
arte, tecnologia, memória, natureza e inovação.
Uma Bienal para pensar o presente
Nesta edição, a Bienal explora
os limites cada vez mais tênues entre o físico e o digital, o natural e o
artificial, o humano e o tecnológico. Mais do que uma exposição, o evento se
apresenta como um espaço de pausa e reflexão diante das profundas mudanças que
marcam o século XXI.
Segundo as curadoras Adriana
Almada e Tereza de Arruda, o conceito de LIMIARES
propõe habitar as fronteiras da experiência contemporânea, transformando a
incerteza em possibilidade criativa e abrindo novos caminhos para compreender o
mundo.
O MON como epicentro da arte contemporânea
O principal núcleo expositivo
acontece no Museu Oscar Niemeyer, onde a Bienal ocupa as Salas 1, 3,
7, 8 e 9, além da Torre e do icônico Olho. Ao longo de mais
de duas décadas, o MON tornou-se um parceiro fundamental da Bienal,
recebendo exposições históricas de nomes como Marina Abramović, Julio Le Parc e
Louise Bourgeois.
Nesta edição, os visitantes
encontrarão instalações imersivas, videoartes, performances, fotografia, arte
sonora, inteligência artificial e experiências em realidade aumentada,
transformando o museu em um grande laboratório de experiências sensoriais e
reflexão crítica.
Chiharu Shiota: o grande destaque da Bienal
Um dos pontos altos da
programação é a exposição “Poéticas da Memória e da Matéria”,
protagonizada pela renomada artista japonesa Chiharu Shiota, reconhecida
internacionalmente por suas impactantes instalações construídas com fios,
objetos cotidianos e narrativas emocionais.
A artista apresentará quatro
obras inéditas concebidas especialmente para Curitiba. A principal delas
utilizará cerca de 300 quilômetros de fios, tornando-se a maior
instalação site-specific de Shiota já realizada na América do Sul. A
obra ocupará o Olho e os espaços Araucária do MON, convidando o público
a mergulhar em uma experiência poética sobre memória, conexões humanas e
pertencimento.
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Obra de Chiharu Shiota - 16ª Bienal Internacional de Curitiba - Foto: Sidnei Lugouv
Além de Chiharu Shiota, a
Bienal reúne importantes nomes da produção contemporânea internacional:
- Max Esteban (Espanha)
Artista reconhecido por suas
fotografias e videoartes que investigam os impactos da tecnologia sobre a
condição humana. Sua exposição “Cartografia Provisória” traz reflexões
sobre vigilância, percepção e transformação social.
- Xia Hang (China)
Conhecido por suas esculturas
mecânicas interativas em aço inoxidável polido, Xia Hang combina estética
cyberpunk e ludicidade em obras que funcionam como verdadeiros "brinquedos
para adultos", aproximando arte, design e tecnologia.
- Iêda Jardim, André Azevedo,
Evandro Soares, James Kudo, Luiz Mauro e Marina Camargo (Brasil)
Os artistas brasileiros
integram um importante núcleo expositivo na Torre do MON, dialogando com
os temas da memória, território, paisagem e transformações culturais.
Curadoria internacional e diversidade de olhares
A Bienal reúne uma equipe
internacional de curadores composta por:
- Adriana Almada
- Tereza de Arruda
- Ferran Barenblit
- Margarida Saraiva
- Windy Lv
- Xiao Ge
- Massimo Scaringella
- Antonella Pisilli
- Royce W. Smith
Cada curador desenvolve
núcleos temáticos específicos, ampliando o diálogo entre diferentes culturas,
territórios e visões sobre os desafios contemporâneos.
Uma Bienal espalhada pela cidade
Além do MON, a programação se
estende por mais de dez instituições culturais de Curitiba, entre elas:
- Museu Paranaense (MUPA)
- Museu da Imagem e do Som do Paraná
(MIS-PR)
- Museu Alfredo Andersen
- Museu da Fotografia
- Museu da Gravura
- Museu de Arte Indígena
- Museu Municipal de Arte (MuMA)
A Bienal também ocupa espaços
urbanos, terminais de ônibus, estações-tubo e painéis digitais da cidade,
levando arte contemporânea para o cotidiano dos curitibanos e visitantes.
Serviço:
16ª Bienal Internacional de Curitiba
Tema: LIMIARES
Período: de 14 de junho a 15 de novembro de 2026
Local principal: Museu Oscar Niemeyer (MON)
Espaços no MON: Salas 1, 3, 7, 8 e 9, Torre e Olho
Cidade: Curitiba (PR)
Informações
- Site oficial: 16ª Bienal
Internacional de Curitiba
- Instagram: https://www.instagram.com/bienaldecuritiba
Por que visitar?
A 16ª Bienal Internacional de
Curitiba oferece uma rara oportunidade de acompanhar algumas das discussões
mais urgentes da arte contemporânea mundial. Ao reunir artistas de diferentes
continentes, linguagens e gerações, a mostra transforma Curitiba em um
território de encontros, experimentações e questionamentos sobre o futuro. Em
tempos marcados pela aceleração tecnológica, a Bienal propõe algo cada vez mais
necessário: parar, observar e refletir.
MON – MUSEU OSCAR NIEMEYER
Pesquisa: Sidnei Luciano Gouveia
Fotos Visitação (setembro 2026):
Sidnei Lugouv
Fonte: MON
– Museu Oscar Niemeyer
📍
Endereço: Rua
Marechal Hermes,999 – Centro Cívico, Curitiba – PR, Brasil
📞
Contato:
+55 (41) 3350-4417
🔗
https://www.museuoscarniemeyer.org.br/













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