16 de abr de 2013

A ARTE DE CAI GUO-QIANG

Cai Guo-Qiang

Foto: Bruno Santos / Terra

Os ares do Centro de São Paulo foi invadido por Aeronaves, Objetos espaciais e surrealistas, Suspensos entre prédios do Chinês Cai Guo-Qiang.

Foto: Bruno Santos / Terra

O CCBC - Centro Cultura do Banco do Brasil e o Prédio Histórico dos Correios, traz à São Paulo a exposição Da Vincis do Povo, trazendo 14 instalações de grande porte, que incluem desenhos feitos de pólvora e invenções ambiciosas criadas por camponeses do país asiático, Com abertura marcada para o dia 20/04/2013 a exposição apresenta mais de 60 invenções de camponeses de toda as partes da China e suas implicações políticas e culturais.


Foto: Bruno Santos / Terra



Enquanto não é aberta sua exposição interna no CCBC/SP e no Prédio Histórico dos Correios, o público pode admirar parte de sua obras suspensa entres prédios nos arredores das Ruas Álvares Penteado e a Rua da Quitanda.

Abertura no CCBB
20 de abril de 2013 – 11h / R. Álvares Penteado, 112 - Sé - Centro/SP
Abertura no Museu dos Correios
20 de abril de 2013 - 12h / Avenida São João S/N - Vale do Anhangabaú - Centro/SP

      i   G o - Q g

Foto: Divulgação
                                                                                                
Cai Guo-Qiang nasceu em 1957 em Quanzhou, Província de Fujian, na China. Ele lembrou como uma criança ouvir as explosões "perturbadoras ainda estranhamente belas de artilharia de ser demitido em toda a reta." Seu pai, Cai Ruiqin, foi um calígrafo e pintor tradicional que trabalhava em uma livraria. Como resultado, Cai Guo-Qiang foi exposto desde cedo a literatura ocidental, bem como as formas de arte tradicionais chineses.

Como um adolescente e adolescente, Cai testemunhou os efeitos sociais da Revolução Cultural em primeira mão, pessoalmente participando em manifestações e desfiles de si mesmo. Ele cresceu em um ambiente onde as explosões eram comuns, se eles eram o resultado de tiros de canhão ou fogos de artifício comemorativos. Ele também "viu pólvora usada em ambos os sentidos bons e ruins, na destruição e reconstrução". Parece que Cai canalizou suas experiências e memórias através de seus desenhos de pólvora e numerosos eventos de explosão.

Em sua adolescência e vinte anos, Cai Guo-Qiang atuou em dois filmes de artes marciais, a primavera eo outono de uma cidade pequena e real Kung Fu de Shaolin. Posteriormente intrigado com a modernidade das formas de arte ocidentais, como a pintura a óleo, ele estudou cenografia no Teatro Shanghai Academy 1981-1985. A experiência permitiu-lhe uma compreensão mais abrangente das práticas de estágio e um senso muito elevado para o teatro, arranjos espaciais, interatividade e trabalho em equipe. 
Fonte: Wikipédia

Foto: Sidnei Lugouv

Foto: Sidnei Lugouv

Foto: Sidnei Lugouv

Foto: Sidnei Lugouv

Foto: Sidnei Lugouv

Foto: Sidnei Lugouv


Viva a Arte / By Lugouv.



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